AS COISAS TEM QUE SER BEM EXPLICADAS
Meu filho, quais são os seus pecados?
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Sim, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Tudo bem, meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não é pecado! Conte-me os seus verdadeiros pecados...
- Padre, vou lhe contar bem explicadinho, que o senhor num tá intendendo:
EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS !
- Padre, eu comunguei há três anos.
- Sim, meu filho, e quais são seus pecados?
- Eu comunguei há três anos.
- Tudo bem, meu filho, eu sei que você comungou há três anos. Isso não é pecado! Conte-me os seus verdadeiros pecados...
- Padre, vou lhe contar bem explicadinho, que o senhor num tá intendendo:
EU - COMO - UM - GAY - HÁ - TRÊS - ANOS !
PIADA DE CARNAVAL
O CAMINHONEIRO E SEU LEMA Esta é a história de um caminhoneiro que viajava por todo Brasil e seu lema era: - 'MEU NOME É JOÃO, SOU DO MARANHÃO, SOU GOSTOSÃO E ENTROU NA MINHA BOLÉIA, NÃO TEM PERDÃO'. Mas já estava há dois meses dirigindo pelas estradas em jejum, não conseguia pegar nenhuma mulher. Eis que, de repente, ele vê à sua frente uma freira, novinha, bonitinha, pedindo carona. Ele pensa: - Que Deus me perdoe! Parou o caminhão e a freira subiu. - Bom dia, meu filho! Você poderia me levar à cidade mais próxima? - Bom dia, dona freira! Claro, mas tem um pequeno problema: meu nome é João, sou do Maranhão, sou gostosão e entrou na minha boleia, não tem perdão. - Calma, meu filho! Aqui na frente está reservado para Deus, porém atrás está livre. Não deu outra, o João traçou a freirinha. Dirigindo pela estrada, João ficou pensando na besteira que tinha feito, quando ela disse: - Meu filho, pode parar que eu vou descer aqui nesta fazenda. João concordou e se desculpou: - Dona freira, me desculpe pelo que fiz com a senhora, que Deus me perdoe, mas a senhora entende como é ficar solitário muito tempo... A freira respondeu: - Não tem problema, porque MEU NOME É JUVENAL, SOU DE NATAL, SOU HOMOSSEXUAL E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL
LOIRA PREVENIDA
Cidade do interior. O marido chega em casa cabisbaixo e conta:
- Que droga! Perdi a chave de casa!
A mulher, que é loira, fala:
- Não esquenta com isso não. Você tem uma mulher prevenida! Eu mandei fazer trinta cópias e espalhei pela cidade inteira! Deixei em lugares fáceis de achar, como o banco do jardim, embaixo do balcão da padaria, no bar da esquina...
O homem espantado fala:
- Quer dizer que temos chaves da nossa casa na cidade inteira?!
E a loira:
- Não se preocupe, querido. Eu botei uma etiqueta com nosso endereço em todas elas.




